Flor que Não murcha
*Flor Que Não Murcha*
Entre os segredos do tempo,
nasce ela — centelha que dança.
Não é sombra do futuro,
é a luz que rompe o agora.
Tem direito ao sol e à chuva,
ao colo que não julga,
à palavra que não fere,
ao silêncio que consola.
Ela é flor — não de estação,
mas de eternidade sem borda.
Brotando entre espinhos,
ousa sorrir onde o mundo chora.
Tem o dever de crescer sem pressa,
de errar sem medo,
de sonhar sem teto,
e de ser inteira, mesmo em pedaços.
Carrega em si a coragem
de redesenhar o céu com giz.
Não pede licença ao impossível,
ela o transforma em brinquedo.
Seu olhar é bússola e tempestade,
sua voz, ponte e trovão.
Onde pisa, planta mundos;
onde chora, rega o chão.
Ela não é semente à espera —
é jardim em pleno grito.
Flor que não murcha,
porque sabe que existir…
é um direito bonito.
Entre os segredos do tempo,
nasce ela — centelha que dança.
Não é sombra do futuro,
é a luz que rompe o agora.
Tem direito ao sol e à chuva,
ao colo que não julga,
à palavra que não fere,
ao silêncio que consola.
Ela é flor — não de estação,
mas de eternidade sem borda.
Brotando entre espinhos,
ousa sorrir onde o mundo chora.
Tem o dever de crescer sem pressa,
de errar sem medo,
de sonhar sem teto,
e de ser inteira, mesmo em pedaços.
Carrega em si a coragem
de redesenhar o céu com giz.
Não pede licença ao impossível,
ela o transforma em brinquedo.
Seu olhar é bússola e tempestade,
sua voz, ponte e trovão.
Onde pisa, planta mundos;
onde chora, rega o chão.
Ela não é semente à espera —
é jardim em pleno grito.
Flor que não murcha,
porque sabe que existir…
é um direito bonito.